Nossos clientes deveriam perceber que é o tempo de investir para valer em mobilidade. Nossos consumidores estão ávidos.
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Quanto se fala em mobilidade você pensa em celular, certo?
Hoje, falamos de smartphones. Amanhã, falaremos de relógios, braceletes, canetas, roupas, tênis.
É fato que a cultura de consumo de dispositivos móveis no Brasil é retardada se comparado com Europa e EUA. Mas os brasileiros são pioneiros em aceitação do novo. Vê-se pela adesão das pessoas às redes de relacionamento, pela procura de iPhones e até pela Apple ter pensado em montar fábrica aqui.
O que nossos clientes deveriam perceber é que esse é o tempo de investir pra valer em mobilidade. Se o Brasil é mesmo a bola da vez como os investidores afirmam, o tempo de inovação para aplicações em smartphones pode passar rápido demais.
E nossos consumidores estarão ávidos por novos devices e funcionalidades mais atraentes, que independem de um serviço de voz, cada vez mais sendo substituído por mensagens instantâneas. Isso significa menos inovação para sua marca e muito mais do mesmo.
A inovação não tem que andar junto com a cultura de consumo. Tem que ser um passo à frente.
Já parou para pensar hoje o que estamos fazendo por isso?
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